Usuário:Juliana Ferreira

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Aula - 16 de Setembro[editar]

kermés Urbana

Rally Conurbano

- decidir a área de atuação do trabalho e qual tipo de intervenção será realizada.

Decisões a respeito do trabalho: "Através de discussão entre os membros do grupo, identificamos quais as características que gostaríamos de privilegiar ao realizar o projeto para o Setor 9, a saber: adensamento populacional na área central; criação de passagens/galerias nos meios de quarteirão; adoção de fachadas ativas nas fachadas voltadas para a rua e para o interior dos edifícios; flexibilidade nas plantas dos apartamentos. Após a análise dos nossos objetivos e dos modelos de ocupação possíveis, concluímos ser o modelo de ocupação da Quadra Central o mais adequado às nossas necessidades. Partimos, então, em busca de quadras que atendessem aos nosso objetivos e aos pontos estabelecidos por esse modelo de ocupação."

Aula - 23 de setembro[editar]

Contra cultura - anos 70 - negava o CIAM (urbanismo progressista; reconstrução da Europa; reconstrução necessária para a modernização) Ghost cities of China Cidade para quem? - MCMV em João pessoa; Super quadras em Brasília

"Playtime" - Jacques Tati: Crítica aos modelos de ocupação uniformes

Projetar: lidar com o conflito entre o usuário médio, que não existe, e o usuário real, que não tem suas necessidades atendidas. Devemos projetar elementos tendo a realidade como base, e não a idealização.

Construção pelo arquiteto "objetivo": Repertório de soluções possíveis + aviso ao usuário individual + infra-estrutura + aviso à comunidade = o usuário adapta o mecanismo ao seu propósito - tem a liberdade de ser "intuitivo"

Indústrias automobilísticas: pensar a cidade no futuro - faz parte da iniciativa de montadoras a criação da "modernidade" nas cidades - Futurama (maquetes gigantes que evidenciam como seriam as cidades nos anos 60)

Audi: "Smart streets will enable the city to adapt to the changes of urban life in real time" - infra-estrutura baseada em tecnologia da informação em tempo real

Computação pervasiva - a internet das coisas (coisas comunicam com coisas) - a infra-estrutura da informação te permite tomar decisões com base nas informações geradas pela internet das coisas

Proposta Audi: sensores nas calçadas permitem redesenhar a paisagem, para ver o sentido de movimento de pessoas, veículos = negociação de espaços entre usuários

Lógica metodológica de olha para a forma de fazer projeto: Andrea Branzi - Archizoom :: reversibilidade, a arquitetura precisa ser acolhedora e não é imposta.

Arquitetura do patrimônio: vontade de se solidificar, de ser eterno, irreversível

Edifícios capsula

archigram e metabolistas - outro olhar sobre a arquitetura

Aula - 30 de setembro[editar]

orientação do trabalho: - descrição mais detalhada do projeto - revelar questões conceituais/críticas interessantes - hipóteses de ocupação e desenho - propostas - exemplos para as questões conceituais

o foco não é o edifício, mas a paisagem.

Chicago: pedestrian paths, counts - pathways, pedways Juiz de Fora: calçadões e galerias Brasília: pilotis

Aula - 07 de outubro[editar]

pesquisa: espaço físico - já existem caminhos regularizados pela prefeitura? (ciclovias, ruas pedonais, passagens elevadas...) exemplos de pathways e pedways

especulações sobre o centro - levantamento de dados no local. edificações vazias ou subutilizadas, lotes vagos, estacionamentos, oportunidades de atravessamento entre as edificações existentes, possibilidade de intervenção a partir da realidade local. criar um my maps para espacializar as possibilidades de intervenção.

Aula - 21 de outubro[editar]

formulação de ideias a respeito do trabalho e das legislações que abrangem a área:

O Plano Diretor de Belo Horizonte apresenta as Operações Urbanas Consorciadas e suas finalidades, que incluem:

       "I. implantação de equipamentos estratégicos para o desenvolvimento urbano; 
        II. otimização de áreas envolvidas em intervenções urbanísticas de porte e reciclagem de áreas consideradas subutilizadas; 
        III. implantação de Programas de Habitação de Interesse Social; 
        IV. ampliação e melhoria da Rede Estrutural de Transporte Público Coletivo; 
        V. implantação de espaços públicos; 
        VI. valorização e criação de patrimônio ambiental, histórico, arquitetônico, cultural e paisagístico; 
        VII. melhoria e ampliação da infraestrutura e da Rede Viária Estrutural; 
        VIII. dinamização de áreas visando à geração de empregos." 

Dessa forma, podemos concluir que seu principal objetivo seja promover o melhor aproveitamento da infraestrutura instalada no local, o que inclui o transporte e a reestruturação do entorno imediato de seu eixo, para que possam surgir novos usos habitacionais, comerciais e/ou sociais.


O setor 9, ou Central, abrange parte dos bairros Centro, Barro Preto, Floresta e Santa Efigênia, compreendendo também um grande número de praças e as alças viárias do complexo da Lagoinha. Devido à sua grande abrangência, é uma região complexa como zona de trabalho, pois atende a demandas locais, regionais e metropolitanas.

Este setor possui a particularidade de apresentar boa infraestrutura de transportes, ligando a área às demais zonas da cidade e da Região Metropolitana, além de contar com zoneamentos próprios do núcleo central da cidade, como a ZCBH, ZHIP, além dos zonementos ZAP e ZA presentes no bairro Floresta e o ZPAM, no Parque Municipal Américo Rennée Giannetti. Também está contido no perímetro da Operação Urbana das Áreas Centrais, definidas pelo Plano Diretor a partir do Plano de Reabilitação do Hipercentro, compreendendo três regiões: a Rua dos Guaicurus e Rodoviária; a Casa do Conde de Santa Marinha; a Região dos Mercados Central e Novo.

A Operação Urbana Consorciada Antônio Carlos/Pedro II atende, então, a alguns dos objetivos da Operação Urbana das Áreas Centrais, e vai de encontro a outros, objetivando:

- a requalificação urbanística e ambiental da área;
- a diversificação dos usos, a partir da adoção do modelo de ocupação Quadra Central, incentivando a introdução do uso residencial na região;
- o incentivo aos condomínios de uso misto com comércio no nível térreo, galerias comerciais com espaços de uso público, no interior dos quarteirões, também viabilizados a partir da implementação da Quadra Central;
- o incentivo ao retrofit de edificações vazias ou subutilizadas, a partir da implementação, também no âmbito da Operação Urbana Consorciada, dos parâmetros e definições da Lei n° 9.326/2007, no perímetro definido pela citada norma, como forma de viabilizar 
   a introdução do uso residencial e misto nesses imóveis;
- a aplicação de instrumentos como o parcelamento, edificação ou utilização compulsórios e IPTU progressivo no tempo.”

Ainda como ações previstas no âmbito da OUC, pontuam-se as intervenções já realizadas na área pelo poder público e os investimentos previstos, além de levar em conta outros projetos-âncora para a área:

- a conexão Centro-Lagoinha, criada com o intuito de minimizar a grande desconexão entre a área Central e a Lagoinha, produzida por fortes barreiras (a linha férrea, o canal do Ribeirão Arrudas e o complexo viário da Lagoinha);
- a implantação de Conexões Ambientais, que compreendem arborização intensiva no setor, associada ao alargamento de calçadas e à priorização do pedestre. Ao promoverem a qualificação paisagística da área, tais intervenções contribuirão para ampliar o fluxo 
   de pedestres e para dinamizar as atividades de comércio e serviços no setor.

Quadra central:

Objetivos:

  1. alto adensamento populacional na área central, condicionado à liberação de uso público/atravessamento da quadra;
  2. construção de unidades habitacionais menores;
  3. incentivo ao uso misto;
  4. incentivo à restrição de vagas de garagem.

Especulações sobre a quadra central:

1- ESP INTERNO.jpg 2- FACHADA ATIVA.jpg 3 - CAMINHOS INTERNOS.jpg 4 - HABITAÇÃO.jpg IDEIA.jpg

Quarteirões principais:

De acordo com o mapeamento colaborativo de vazios e propostas em Belo Horizonte, EmBreveAqui, os relatos obtidos são: no quarteirão 1, situado entre a Avenida do Contorno e as Ruas da Bahia, Guaicurus e Espírito Santo, os edifícios da antiga escola de engenharia da UFMG e o Edifício Professor Lourenço Baeta Neves; no quarteirão 2, entre a Avenida do Contorno e as Ruas Espírito Santo, Guaicurus e Rio de Janeiro, três edifícios, um inacabado, utilizado como estacionamento, um galpão utilizado anteriormente como boate, e um estacionamento em um galpão que era uma fábrica de açúcar.


11 de novembro - pré-banca[editar]

my maps - proposta no mapa - associar o mapa com referências.

desenvolver o aspecto técnico de desenho urbanístico e arquitetônico;

política e legislações abrangentes e limitadoras;

viabilizar as propostas legais;

explorar foto-inserções associadas com plantas diagramáticas;

ambientação urbanística e paisagística.

25 de novembro[editar]

Conversa sobre a banca final. Desenvolvimento da proposta mais localmente - decisão sobre o corta-caminho entre a escola de engenharia e a edificação adjacente, cujo destino é o estabelecimento de oficinas; o primeiro pavimento da EE foi dedicado, na sua porção próxima ao anfiteatro, ao estabelecimento de um átrio de acesso a este, onde também existe um espaço dedicado à exposições de arte; na porção desta edificação voltada para a avenida do Contorno foi estabelecido, no primeiro pavimento, um ambiente restrito ao acesso de moradores, para possibilitar a determinação dos pavimentos superiores como residenciais; por fim, na rua dos Guajajaras, foi estabelecido, em um galpão antigo, um centro comercial com espaço para pequenas lojas, além de essa edificação se constituir como um corta-caminho da direção da av. Santos Dumont; também se estabeleceu, no mezanino desta ultima, espaços para serviços de todo tipo, além de uma área de apoio para pedestres - bebedouro, escaninhos, área de descanso.

9 de dezembro[editar]

Ultima aula expositiva: metabolistas japoneses, cidades-fantasma na China, possibilidades de investigação pelo google maps.